APOIO CULTURAL


 

LANÇAMENTOS SARAIVA

 

MANUAL DE DIREITO CIVIL - VOLUME 4 - DIREITOS REAIS E DIREITOS INTELECTUAIS
ROBERTO SENISE LISBOA

 

 

  


 
MEU CARO ANÚNCIO
PEDRO VICTOR DE SENNA PRECIFICAÇÃO
ROLANDO BEULKE
Material de apoio

 

 

 

 

 

VENDA - COM CORPO, MENTE E ALMA : ENTENDA AS COMPETÊNCIAS QUE LEVAM À EXCELÊNCIA EM VENDAS
RUBENS PIMENTEL NETO , YURI TRAFANE

 

 

 

 

 


 
COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL NA PRÁTICA
ISABEL MACARENCO

 

 

 

 



O ESSENCIAL DA CONTABILIDADE PÚBLICA
DANIEL ARRUDA  

 

 

 


 

1 -LIVRO DE RUA NOS TRILHOS DA CENTRAL DO BRASIL
2 - A hora e a vez do ensino médio

3 - Alfabetização de adultos terá 2,2 milhões de alunos
4 - Os dez cargos com maior escassez de talentos no Brasil
5 - Os dez cargos com maior escassez de talentos no Brasil

 
1 - LIVRO DE RUA NOS TRILHOS DA CENTRAL DO BRASIL


Fonte: ofaj.com.br

Na próxima quarta-feira (dia 30 de junho), quem estiver na Central do Brasil para pegar o trem, a partir das 18h, poderá fazer o percurso de volta para casa lendo um livro. Qualquer pessoa pode levar um. É de graça e sem burocracia. O único compromisso é passá-lo adiante depois de ler. Basta deixá-lo em algum local público (praça, posto de saúde, padaria, ponto de onibus, bar ou no próprio trem), onde seja grande o movimento de pessoas.

Serão distribuídos gratuitamente cerca de 1 mil livros em mais uma ação do projeto social *Livro de Rua*. Tem para todos os gostos: romances, obras científicas, de auto-ajuda, didáticos, religiosos, para crianças e jovens, entre outros.

Para a boa continuidade do projeto, é importante cadastrar o livro no site (www.livroderua.com.br). É só colocar o número da inscrição que se encontra na capa e o local onde foi deixado.

O projeto Livro de Rua, criado há dois anos, é uma iniciativa da ONG Instituto Ciclos do Brasil, e visa o incentivo e a democratização da leitura. Inspirado no movimento internacional BookCrossing, é voltado para comunidades carentes.

A paixão pelos livros que move os participantes do projeto traduz-se em duas principais ações: Libertação de Livros em locais públicos e instalação de pequenas Bibliotecas da Liberdade.

Todos os livros distribuídos são arrecadados através de doações.

Contatos: Pedro Gerolimich - Presidente Instituto Ciclos do Brasil
e-mail: ciclosdobrasil@ciclosdobrasil.org.br - Telefone: 8662-0197
Yolanda Stein (jornalista): 8807-4573
Blog: www.livroderua.wordpress.com
Site: www.livroderua.com.br


2 - Os dez cargos com maior escassez de talentos no Brasil
Fonte: Folha de São Paulo

29/06/2010 - Há problemas de cobertura, modalidade de currículo e forma de atendimento, com graves reflexos no fluxo e no desempenho dos alunos.

A sociedade brasileira parece ainda não ter-se dado conta da verdadeira crise de audiência que vem afetando nosso ensino médio, com previsíveis consequências para o desenvolvimento sustentável do país. Trata-se de uma verdadeira bomba-relógio.

Para entendermos a gravidade da situação, o primeiro fato a encarar é o de que vivemos em uma sociedade do conhecimento, que exige, como passaporte mínimo para que os jovens sejam inseridos no mercado de trabalho, o diploma do ensino médio.

Também para os países, a vantagem competitiva passa a ser esse nível de escolaridade de sua população. Entretanto, a média brasileira de anos de estudo ainda é de sete anos e apenas 16% da população economicamente ativa concluiu o ensino médio.

Sem dúvida, isso é fruto de um processo histórico, mas, se os dados atuais fossem animadores, poderíamos prever boas perspectivas para o futuro. Infelizmente, é justamente aí que se processa a montagem da bomba-relógio.

O ensino médio no Brasil sofre de males seríssimos. Há problemas de cobertura, modalidade de currículo e forma de atendimento, com graves reflexos no fluxo e no desempenho dos alunos. Em termos de cobertura, menos da metade daqueles que deveriam estar nesse nível pode ser aí encontrada.

Parte ainda está no fundamental e quase 20% estão fora da escola. O mais grave é que, na faixa de 18 a 24 anos, 68% estão nessa situação. Quanto ao currículo, observa-se que menos de 10% dos alunos cursam o ensino profissionalizante. Ou seja, mais de 90% dos jovens estão sendo "preparados" para uma universidade na qual a maioria não pisará.

O dado mais incompreensível é o turno em que o ensino médio regular é ofertado. Mais de 40% dos alunos estudam à noite, inclusive nos Estados mais ricos, quando apenas 17% conjugam escola com trabalho. A soma desses fatores está por trás de uma verdadeira sangria, responsável pela perda de metade de nossos alunos (entram 3,6 milhões e concluem 1,8 milhão).

Estamos perdendo esses jovens para o desemprego, para a reprodução da pobreza (22% dos mais pobres já têm filhos) e para a violência. Dos que concluem, apenas 9% (em matemática) e 24% (em português) apresentam um desempenho considerado adequado.

Em face dessa situação, cabe a pergunta: quem é o responsável pela oferta do ensino médio? De fato, 86% das matrículas estão nos sistemas estaduais, cujos governantes serão eleitos neste ano. O voto de cada um de nós deveria estar condicionado a propostas dos candidatos sobre como pretendem enfrentar tais problemas.

Seria necessário um compromisso com metas claramente definidas, tais como universalizar o acesso e a permanência dos jovens entre 15 e 17 anos, melhorar o desempenho e diminuir o abandono, aumentar a autonomia das escolas, promover maior estabilidade das equipes de direção e flexibilizar os currículos, mas definindo mínimos para cada série.

Outras metas possíveis são aumentar o ensino profissionalizante, criar formas de articulação entre educação e trabalho, concentrar o ensino médio regular nos turnos diurno e vespertino, reservando o noturno apenas para a EJA (Educação de Jovens e Adultos, a partir de 18 anos), e criar sistemas de incentivos baseados em resultados.

Além disso, os candidatos poderiam definir as metas de usar os resultados de avaliações como instrumento pedagógico e de contribuir para mudanças na formação de professores.

Os candidatos poderiam assumir essas ou outras propostas, mas deveriam explicitar seu forte compromisso com a melhoria do ensino médio, sem o que não mereceriam nosso voto.

WANDA ENGEL ADUAN, 65, doutora em educação pela PUC-RJ, é superintendente-executiva do Instituto Unibanco.

Os artigos publicados com assinatura não traduzem a opinião do jornal. Sua publicação obedece ao propósito de estimular o debate dos problemas brasileiros e mundiais e de refletir as diversas tendências do pensamento contemporâneo. debates@uol.com.br

Fonte: Folha de São Paulo

 


3 - Alfabetização de adultos terá 2,2 milhões de alunos
Fonte: Valor Econômico

29/06/2010 - A uma semana do fim do prazo para adesão de Estados e municípios ao Programa Brasil Alfabetizado, do governo federal, o Ministério da Educação faz a previsão de matricular, neste ano, 2,2 milhões de jovens e adultos em classes de alfabetização. O prazo para adesão de Estados e municípios termina domingo e a meta do ministério é fechar parceria com 1.450 secretarias de Educação.

Até agora, foram registradas 1.392 adesões - 23 Estados, o Distrito Federal e 1.368 municípios. Ainda não aderiram ao programa São Paulo, Espírito Santo e Rio Grande do Sul. O ministério repassa recursos aos Estados e municípios participantes para capacitações de professores, compra de material pedagógico, além de ser responsável pelo pagamento da bolsa dos alfabetizadores.

Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) de 2008, feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o país tem 14 milhões de analfabetos.

Agência Brasil, de Brasília


4 - O livro antes de ser livro (Parte 2 – O livro do editorial)
Fonte: publishnews.com.br

Cindy Leopoldo termina de explicar o funcionamento do departamento editorial e lança outra enquete
06/07/2010

O livro que trabalhamos no editorial é um livro despedaçado e nossa função é juntar todas as partes em uma ordem (lógica) e fazer com que cada pedaço “converse” com todos os outros pedaços de forma que o leitor perceba a leitura do livro completo como um único discurso do autor. Isso inclui a correta inserção de ilustrações, mapas, gráficos ou o que mais vier. Geralmente recebemos por e-mail as diversas partes do “livro propriamente dito”, como por exemplo: capítulo 1, orelha, prefácio, índice etc. E aqui começa o que chamei de metodologia em colunas anteriores.

Partindo do princípio de que estamos no mínimo fazendo 10 livros ao mesmo tempo, receber e salvar um arquivo como “capítulo 1.doc” é um convite à errata. O editorial deve ter um método único para salvar arquivos e, apesar de esse assunto parecer bobo, ele pode custar muito caro para a editora ou para o funcionário do editorial (normalmente, custa caríssimo para ambos), que pode enviar o arquivo errado para a etapa seguinte e gerar o famigerado retrabalho. Ok, mas quais são essas etapas? Depende de algumas respostas, como: é reedição ou primeira edição? O original está em português ou necessita de tradução? É ficção, não ficção, infantil, didático? E então, apenas depois dessas respostas, entramos no “processo de edição de um livro”.

Considerando exclusivamente a primeira edição, que geralmente é a mais trabalhosa, coloco abaixo as etapas citadas em todos os e-mails que recebi como resposta à enquete:

1. Tradução (para originais estrangeiros)
2. Copidesque / Preparação de texto / Revisão da tradução (para originais estrangeiros)
3. Diagramação / Composição / Projeto gráfico
4. Revisão tipográfica / Revisão de prova
5. Emendas
6. Fechamento de arquivo e envio para impressão em gráfica

Além destas, foram citadas etapas da produção de linhas editoriais específicas, como indexação e revisão técnica / revisão crítica (livros não ficção), liberação do autor (obras nacionais), produção de pauta para ilustrações e iconografia (infantil / didático), e o trabalho do editorial, ora chamado de “edição” ora de “verificação interna”.

A partir da próxima coluna entraremos na análise de cada etapa, analisando os aspectos de escopo, qualidade, tempo, comunicação, risco, recursos humanos e contratos. Mas, além disso, proponho que discutamos também, no mínimo, cinco coisas que me chamaram a atenção nessa lista: A primeira foi a pequena quantidade de etapas-padrão. A segunda foi a variedade de terminologias usadas para essas etapas. A terceira, a variedade de cargos dos profissionais que me responderam. A quarta, o fato de nenhuma das respostas falar sobre imagens nem da produção da capa. E a quinta, todos falarem de pré-impressão ou fechamento do arquivo ou do envio para impressão em gráfica.

Aguardo sua opinião em enquete@publishnews.com.br


5 - Profissionais com formação técnica têm 48% mais chances de emprego
Fonte: www.administradores.com.br

29/06/2010 - Pesquisa revela também que os ganhos são em média 12,9% superiores aos dos demais.

Por Redação, Administradores (com Senai)

Pesquisa da Fundação Getúlio Vargas aponta que as pessoas que passam pela educação profissional - seja em curso técnico, superior de tecnologia ou qualificação - têm 48,2% mais chances de obter uma ocupação", afirma o diretor regional do SENAI de Santa Catarina, Sérgio Arruda.

A pesquisa, divulgada em maio, revela também que as pessoas que passaram por algum dos cursos citados têm ganhos em média 12,9% superiores aos dos demais. Realizado pelo economista Marcelo Neri, sob encomenda do Instituto Votorantim, o estudo tomou por base a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2007 e a Pesquisa Mensal de Emprego (PME) dos últimos oito anos. Conforme o Pnad, 29 milhões de pessoas freqüentaram alguma modalidade de cursos - qualificação, técnica ou superior.

"Essa pesquisa da FGV confirma as análises internas que já fazemos. Temos, por exemplo, um diagnóstico de que mais de 90% dos egressos dos cursos técnicos ou superiores de tecnologia do SENAI garantem uma ocupação profissional até o término do curso ou alguns meses depois", acrescenta Sérgio Arruda.

Oportunidades

O Senai-SC está com inscrições abertas para cerca de 3 mil vagas em cursos técnicos e superiores de tecnologia direcionados a 14 segmentos industriais. As 83 turmas, de 75 cursos, iniciam as aulas no segundo semestre letivo do ano.

As inscrições prosseguem até o dia 2 de julho. Informações pelo site www.sc.senai.br ou pelo telefone 0800 48 1212.

Para o segundo semestre de 2010, o Senai de Santa Catarina oferece nas cidades de Balneário Camboriú, Blumenau, Brusque, Indaial, Itajaí, Pomerode, Rio do Sul, Jaraguá do Sul, Joinville, Schroeder, Florianópolis, São José, Palhoça, Tijucas, Chapecó, São Lourenço do Oeste, São Miguel do Oeste, Xanxerê, Caçador, Capinzal, Luzerna, Seara e Criciúma. As áreas atendidas são construção civil, tecnologia da informação, eletrônica, moda e vestuário, têxtil, segurança do trabalho, mecânica, naval, manutenção de aeronaves e automotiva, cerâmica, celulose e papel, logística e metalmecânica.

Confira os cursos por região e cidade no site Administradores

http://www.administradores.com.br